A psicologia por trás da mídia social: o código de conduta não escrito

A mídia social é uma mídia social que se concentra em fazer contato com outros membros através da internet. Esse avanço tecnológico nos deu a oportunidade de formar novos relacionamentos que às vezes acabam se tornando amizades importantes em nossas vidas.

Voltamos a meados dos anos 90 com o surgimento do AOL (America Online) e do BBS (Bulletin Board System), os dois primeiros sites sociais da história da Internet. O primeiro deles leva anos de borrão ruim, ou como alguém diria nas redes sociais, “é antiquado.” E neste mundo em mudança, poucos vão durar mais de uma década.


O segundo é um sistema que antes permitia a criação dos primeiros fóruns e que ainda hoje é usado por milhões de pessoas, embora tenha sido ultrapassado em funcionalidade por seus concorrentes.

Uma mudança de paradigma: criaturas raras

O fato de todos nós usarmos as redes sociais nos leva a pensar que, em primeiro lugar, se você não os usa, você é diferente dos outros. Todos podemos contrastar que em sala de aula tivemos esse colega que não tem perfil social e o consideramos o “avô raro” porque ele não é o último, mas ele não poderia. – realmente não tem a necessidade ou não teve a oportunidade, mas nos leva a um julgamento – quando às vezes nem mesmo sabemos disso.

A mídia social agora é usada por mais de duas horas em média por pessoa, o que significa paramos de fazer coisas para passar nosso tempo interagindo e construindo comunidades na internet. O que mudou e o que nos motiva a fazer tal coisa?

As motivações que temos para dar “Curtir”

Quantas vezes clicamos em “Curtir”, “Compartilhar” ou “Re-tweetar” alguém pelo simples fato de que queremos que eles se lembrem de nós ou retornem a interação quando carregamos ou compartilhamos uma foto? Um Estado?

Não se engane, todos nós já fizemos isso mais de uma vez.

Este fato se deve ao fato de as redes sociais alimentam o nosso ego e auto-estima, E neste mundo onde há cada vez mais gente, temos que ir de uma forma ou de outra às nossas necessidades e nos destacar acima da média para chegar a “ser alguém”.

A mídia social nos dá a capacidade de colocar uma máscara facial e ser outra pessoa (ou fingir ser quem não somos) ou, por exemplo, criar perfis anônimos ou falsos e fazer novos amigos. Todas essas oportunidades são usadas para socialização, um objetivo que continua sendo o objetivo original da mídia social.

Ser “popular” nas redes sociais é o mesmo que ser “popular” na vida real?

Um engenheiro de computação fez um experimento há pouco mais de um ano, criando um programa de computador que executava a ação “Curtir” em todas as fotos que apareciam para seu “feed” no Instagram.

Esta experiência causou que:

  • Todos os dias você ganha 30 novos assinantes
  • Ele foi convidado para mais festas
  • Mais pessoas o pararam na rua porque o viram no Instagram

Mas a coisa mais incrível e apoiando a teoria acima mencionada é que seus amigos pediram a ela para fazer upload de mais fotos porque se sentiram compelidos a devolver essas “curtidas” que ele deu automaticamente e sem julgamento.

O ser humano é um animal social por natureza e em muitos casos nos sentimos compelidos a retribuir as ações recebidas nas redes.

Esse mesmo efeito pode ser visto aplicado ao Twitter, onde as pessoas usam a técnica de seguir massivamente outros usuários, esperando que sem saber nada a interação os chute de volta, e que funcione bem porque a proporção é bastante alta.

Seguindo usuários aleatórios no Twitter, ele tem um retorno de rastreamento de 10-30% dependendo dos interesses do usuário. Aqui estão os dados.

conclusões

A mídia social ajuda a aumentar (ou diminuir) o ego e a autoestima de seus usuários. Muitos desses usuários eles se sentem em dívida com as pessoas que os seguiram ou interagiram com eles, Crie um “código de conduta” que não esteja escrito em nenhum lugar, mas que tenha se espalhado nas redes sociais e seja aceito pela grande maioria dos usuários.

A popularidade das pessoas nas redes sociais hoje é transmitida à realidade, o que lhes dá mais poder para influenciar os outros.

Como um último vislumbre, podemos dizer que o mundo online (Internet, Redes sociais …) e o mundo offline (vida real) estão se unindo cada vez mais e acabarão sendo tratados como um só.

Deixe um comentário