Diferenças entre fome física e emocional: comer desnecessariamente cobra seu preço

A fome é um instinto de todos os animais, incluindo os humanos. É uma necessidade de primeira ordem que nos leva a direcionar nossas ações para a realização de um objetivo muito simples: encontrar e consumir alimentos.

Mas, Você consegue comer sem realmente sentir fome, mesmo que sinta que está com fome? Pode parecer estranho, mas pode acontecer: nossos hábitos alimentares não se baseiam apenas nas necessidades objetivas do corpo, mas também em nossas crenças sobre o quanto é normal para o consumo diário e o que não é.


Neste artigo, falaremos sobre esse curioso fenômeno pelo qual somos capazes de criar a necessidade de comer automaticamente e sem que nosso estômago o exija. Isso é chamado de fome emocional.

    As 4 diferenças entre a fome emocional e física

    Para saber qual é a natureza da fome emocional, nada como compará-la à fome “normal”.

    1. Modo de aparência

    Por um lado, a fome física aumenta gradualmente, E geralmente o indivíduo tem controle sobre o que ele come, para que ele possa tomar decisões nutricionais por si mesmo.

    A fome emocional, por outro lado, surge de repente e exige satisfação imediata, e procurando alguma “comida caseira” como sobremesa, chocolate ou qualquer outro alimento doce.

    2. Suas causas

    A fome física é causada por algo muito simples: nosso corpo precisa de materiais para se manter funcional e em boas condições.

    A fome emocional é uma busca por prazer ou para “preencher um vazio”. É muito comum quando você tem muito estresse, ansiedade, se sente só e deprimido, ou pelo contrário, quando você experimenta euforia ou felicidade excessiva como em uma festa, casamento, Natal ou Ano Novo etc.

    Existem várias teorias que procuram explicar esse fenômeno. Um deles fala sobre as memórias que ficam gravadas no subconsciente quando éramos pequenos, éramos recompensados ​​com doces e era um símbolo de carinho, então comer esses alimentos nos lembra desse sentimento.

    Outra teoria é que tentamos comer açúcar pelo simples fato de aumenta nossos níveis de hormônios geradores de prazer, como a serotonina.

    3. A sensação de que estão saindo

    Normalmente, após consumir alimentos por fome emocional, surge um sentimento de culpa, remorso ou vergonha; Desde a leva a comer demais e comer compulsivamente.

    Isso atua contra a fome física que, na hora da saciedade, produz uma sensação de bem-estar e satisfação.

    4. Facilidade com que estão cheios

    A fome emocional é muito mais difícil de satisfazer; mesmo se doces ou sobremesas forem consumidos, o efeito positivo é de curta duração e em poucas horas reaparece. Na verdade, não é uma necessidade fisiológica que pode ser satisfeita com comida, mas uma necessidade emocional.

    É claro que, com a fome física, cada refeição que comemos conta, e isso nos deixa gorjetas por horas.

    Como lutar contra a fome emocional?

    O primeiro passo para combater isso é identificar, quando temos vontade, de que tipo é.

    Se for físico, não tem problema podemos racionalizar e escolher o que pode nos alimentar melhor e satisfazer. Em vez disso, se for emocional, seria importante para nós detectar os sentimentos ou emoções que o desencadearam e controlar nossos impulsos para não comer junk food ou coisas com muito açúcar. Nesse caso, tente estabilizar nossa vontade de comer e opte por comer frutas, vegetais ou apenas um copo de água.

    Uma estratégia para controlar a fome emocional é aprenda a controlar suas emoções, Não siga seus passos no momento em que aparecerem, pois nos levarão a tomar a decisão menos favorável para nos fazerem satisfeitos.

    Dar uma caminhada, tomar um pouco de ar fresco, meditar, ligar para um amigo próximo ou parente, ouvir música ou qualquer atividade que nos relaxe é útil para nos acalmar e lentamente fazer a fome passar. comer demais.

    Outra opção um pouco mais prática é faça um menu para a semana. Não há necessidade de fazer dieta, apenas sirva de guia e tente segui-la o máximo possível, sem comer demais. É importante planejar as refeições em um momento de estabilidade emocional, escolher os alimentos de forma racional e não emocional. Quando se trata de ter “fome” e não saber o que é, é bom se perguntar se a essa altura você comeria uma maçã, um pepino, um atum, se a resposta for não e em vez disso, parece ser algo com muito açúcar, provavelmente fazendo você se sentir emocionalmente faminto.

    final

    Todos nós já comemos em algum momento sem estar com fome realmente, e não há razão para ter vergonha disso. Mas é importante que tomemos medidas para que isso não continue a nos afetar. A fome emocional, além de repercutir na figura e, consequentemente, na autoestima, também pode levar a doenças devido a uma alimentação desequilibrada.

    Se isso não puder ser resolvido individualmente, os psicólogos podem ser de grande ajuda para canalizar todas essas emoções presas e nos ajudar a ter uma vida mais plena e, o mais importante, mais saudável.

    Não coma suas emoções!

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