Os 8 sintomas de se apaixonar que todos nós conhecemos antes

O amor é algo que muda nossas vidas, mas isso não significa que controlamos claramente esse sentimento: ele nos influencia, mas não podemos influenciá-lo. Quando isso acontece, acontece. Claro que ele sempre nos avisa através do que podemos chamar de sintomas de amor.

E mesmo que não conheçamos a lógica que faz surgir o amor, se pudermos estar atentos, se prestarmos atenção, aos primeiros sinais que nosso corpo nos envia quando começamos a sentir algo por alguém … a. Saber detectar ajuda a estarmos alertados.


    Os principais sintomas de se apaixonar

    aqui está o sinais típicos que aparecem quando nasce o amor por outra pessoa. Eles nos falam sobre os processos físicos e psicológicos, como veremos.

    1. O pulso acelera

    O típico sinal de atração ou, muitas vezes, de se apaixonar. Quanto mais valorizamos a uma pessoa, mais rápido o coração bate e, portanto, se houver para se apaixonar entre os dois, o ritmo aumenta muito. Por alguma razão, o coração (ou uma versão muito simplificada e icônica dele) é o símbolo do amor.

    Qual é a razão para isto? Quando vemos a pessoa amada, nosso corpo é ativado e fica em alerta por tente assumir o controle voluntário de todos os movimentos e gestos. O objetivo é, claro, seduzir a outra pessoa, ou pelo menos fazer com que ela não saia assustada.

    Mesmo que de forma meio inconsciente, sabemos que um pequeno detalhe no que fazemos pode fazer a diferença e decidir se vamos passar muitos anos de nossa vida com aquela pessoa ou não.

    2. A euforia aparece

    É também um dos sintomas típicos da paixão, e um dos mais agradáveis ​​e estimulantes. A ideia de que esse ente querido existe nos faz sentir melhor de várias maneiras, e todas vêm até nós ao mesmo tempo. Por exemplo, nos sentimos menos sozinhos porque nos dá a sensação de que alguém nos entendeE ao mesmo tempo, imagine uma vida cheia de projetos compartilhados que não faria sentido empreender sozinho.

      3. As pupilas dilatam

      Embora mal percebamos, quando alguém nos atrai muito, as pupilas dos nossos olhos dilatam-se. Isso é para capturar o máximo de detalhes possível sobre o que está acontecendo quando essa pessoa que amamos passa por perto. A ideia é reagir no momento para se adaptar a qualquer situação.

      4. Começamos a fantasiar sobre o futuro juntos

      Apaixonar-se pode ser opressor, pois às vezes nos leva a um estado de tensão: não sabemos se a eventual relação com essa pessoa terá futuro ou não, ou se começará. Para acalmar esse estado de leve ansiedade e incerteza, recorremos a um hábito que é outro sintoma da paixão: imagine situações futuras em que este casal já exista e está consolidado. É uma espécie de realidade alternativa na qual podemos nos refugiar sem sempre nos preocupar.

        5. Comece a adotar sua maneira de falar

        Muitas vezes, quando já começamos a conversar com aquela pessoa e pudemos aprender sobre alguns de seus hábitos, tendemos a adotar aspectos de sua forma de falar e incorporá-los à nossa. Por exemplo, palavras cunhadas por ela, frases e até piadas recorrentes.

        Não se trata apenas de ter uma estratégia que nos faça apaixonar melhor, pois essas mudanças de linguagem também podem aparecer quando essa pessoa não está (embora em menor grau). O que acontece é que mudamos tanto nossas ações pelo envolvimento que temos no relacionamento, que sem perceber, começamos a imitar o outro e, em parte, pensamos como essa pessoa.

        6. Perda de apetite

        A relação entre fome e paixão é curiosa.

        Por um lado, muitas pessoas acham que, quando um ente querido está por perto, não há fome; eles não sentem a necessidade de comer.

        Por outro lado, a ansiedade de se apaixonar, se tratada de maneira inadequada, pode levar a excessos. Mas o último ocorre apenas nos casos em que se apaixonar é repleto de sentimentos de inferioridade e problemas de autoestima que dificultam o relacionamento. Indignado, não é uma questão de fome real, mas de fome emocional, O que leva à alimentação para compensar os aspectos psicológicos.

          7. Pensamentos recorrentes sobre esta pessoa

          Quando nos apaixonamos, começamos a ver referências a pessoas amadas em todos os lugares: cheiros, sons e até mesmo os rostos de algumas pessoas nos lembram dos deles (mesmo que não pareça nada).

          O que acontece é que nosso sistema de memória aprende que o conceito dessa pessoa é central e muito importante para nós, e começa a conectá-lo com todos os tipos de idéias e sensações. Por sua vez, cada uma dessas experiências nos faz pensar com mais frequência, O que agrega relevância à sua memória, criando um ciclo vicioso.

          8. Queremos saber mais sobre ela

          Quando nos apaixonamos, usamos as informações que sabemos sobre essa pessoa para imagine mais sobre ela quase obsessivamente. É uma espécie de trabalho de detetive que fazemos pela imaginação.

          Por exemplo, se o seu apelido é o nome de uma aldeia, perguntamos sobre este local, perguntamo-nos se esta pessoa já lá esteve, se já andou pelas ruas e parques que vemos nas fotos da internet …

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